Levar ou não o tricô na viagem?


Nesta época de férias (bom! Eu não tirei férias ainda, mas é uma época em que geralmente as pessoas tiram férias) é comum que as pessoas viagem para descansar ou para conhecer outros lugares. Mas e nosso tricô – ou crochê – querido como fica? Devemos levar ele junto?


Eu já fui daquelas loucas que carregava o que estava fazendo para todos os cantos. Se tivesse um cantinho na mala ali estava comigo o tricô. No entanto, o que ocorria na maioria das vezes é que o tricozinho ficava lá esquecido em um canto da mala, pois eu queria era mais aproveitar o que aquele lugar que eu estava visitando estava me oferecendo.


Por isso, agora eu pondero muito bem quando e para onde meu tricô viaja. Por isso separarei algumas dicas com base na minha experiência.



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1

De carro, sim!


Se eu for viajar de carro, com certeza o tricô vai comigo. Neste caso, estou considerando viagens relativamente curtas como intermunicipais e interestaduais para estados próximos (talvez até mais longe). Ano passo meu tricô foi comigo até Foz do Iguaçu (teci algumas horas na ida até Foz) e até Balneário Camboriú (nessa viagem só levei para tricotar lá mesmo). Mas já levei meus tricôs para Ilhabela e outros lugares que viajei de carro.


Por que eu levo o tricô quando viajo de carro? Espaço. Eu sei que não vou precisar me preocupar com o espaço para trazer a peça de volta.


2

De avião, depende...


Tudo depende de onde eu vou e o que eu vou fazer lá. Por exemplo, quando fui para São Paulo, para encontrar amigas tricoteiras (mesmo levando apenas bagagem de mão) eu levei um trabalho para fazer (confesso que não teci quase nada). Como fui apenas bagagem de mão levei apenas agulhas de bambu e daquelas que não são as preferidas para não ficar tão chateada em caso de perda.


Quando a viagem é de avião, sempre considero o destino para saber se o tricô vai comigo ou não. Se o meu destino for um lugar que eu nunca tenha visitado, que eu saiba que vai ter muitas atividades na rua para eu fazer, o tricô fica em casa. Não quero ocupar espaço (que eu porventura possa colocar lã ou outras lembranças) com um tricô que nem vou tecer.


Então se você for viajar nessas circunstâncias considere tirar uma folga do seu trabalho. Você também merece descansar e aproveitar sua viagem.



3

Na praia, sempre!!!


Quem me conhece sabe que eu tenho tédio de praia. Para mim, não existe isso de ficar o dia inteiro na areia torrando. Então, quando eu vou para a praia (de carro) eu sempre levo algo para fazer. Ainda mais se eu puder ficar à sombra com uma bebidinha bem gelada ao lado.


Se a casa de praia for sua ou de algum parente é melhor ainda, pois você já conhece a rotina e sabe se terá horários para tricotar ou crochetar.


4

Para tricotar durante o voo, não!


Eu não levo nada para fazer durante o voo. Nem livros mais eu levo (quando muito levo meu e-reader que é leve). Parei de ser trouxa e ficar carregando peso de coisas que eu não vou utilizar na viagem. Às vezes quando voamos estamos tão cansados que sequer conseguimos fazer algo e no momento de desembarcar é aquele monte de coisa para tirar de dentro da cabine do avião. A prioridade, quando vou de avião, é máquina fotográfica e me divertir. O resto fica para volta.

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© 2018 Iris Alessi * Flor de Iris. 

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